E viva a conectividade…

Data: 22/05/2018

Estava tudo testado e pronto para eu realizar um treinamento para três grupos de pessoas de um mesmo provedor. Tínhamos feito os testes das ferramentas que utilizaríamos na apresentação e, na hora marcada, quando já estou em um bom hotel em Brasília, eis que a conexão disponibilizada em meu apartamento é um horror. Se eu fosse um leigo qualquer já julgaria que o provedor que este hotel escolheu era péssimo, mas levando em consideração que estamos no meio, logo vi que se tratava de uma rede interna com problemas.
O fato, é que eu tinha mais de 15 pessoas esperando para iniciar e o apelo foi para o 4G móvel, pois mobilizamos as pessoas com dias de antecedência e estariam todas reunidas depois do horário de expediente. Fritei meu plano, mas fiz o que precisava ser feito.
Na verdade, minha gente, é que como nós temos um universo de gente utilizando as conexões para muito mais do que lazer… temos muita gente utilizando para trabalhar, estudar, reencontrar amigos, familiares… enfim…
A conectividade gerou nas pessoas acesso permanente e quase que um compromisso de disponibilidade, ou seja, quando alguém tocar tem que responder o app, o e-mail, a mídia social, enfim… tem que responder.
Conheci a pouco tempo atrás o termo NOMOFOBIA…. Sabem o que é?
A fobia causada pelo desconforto ou angústia resultante da incapacidade de acesso à comunicação através de aparelhos celulares ou computadores (https://pt.wikipedia.org/wiki/Nomofobia).
Pois bem, nós que estamos diariamente no contexto das pessoas prestando serviços de internet, além de tudo convivemos com esse ataque da necessidade viciante que as pessoas tem de estarem conectadas e é aí que temos que nos atentar para alguns pontos como qualidade da rede de serviço ao cliente, qualidade do atendimento comercial, qualidade da instalação dos equipamentos e por aí vai…
Minha gente, ir ao encontro dessa qualidade de conexão, custa e não é barato… Para quem gosta da tecnologia ou como falamos, da área técnica, sabe o quanto é dispendioso o custo de uma rede FTTH, por exemplo. Porém, rede sem cliente não serve para nada. Nos conectamos afim de que possamos conectar clientes e clientes se conectam afim de se conectarem às necessidades e desejos.
Portanto, não nos esqueçamos que, o que move nosso provedor é recurso vindo de clientes que tem suas necessidades atendidas e as recebe com prazer e satisfação.
Cuide bem disso, ok?

Forte abraço…

SCM ENGENHARIA
SCM ENGENHARIA